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Dom, Set

Papa pede que comemoração da ida à Lua desperte progresso na Terra

Igreja
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O papa Francisco recordou hoje a chegada da humanidade à Lua, há 50 anos, e pediu que aquela comemoração desperte o desejo de progresso em matérias de dignidade, justiça e futuro na Terra.

“Que a recordação daquele grande passo para a humanidade possa despertar o desejo de progredirmos juntos para metas ainda maiores: mais dignidade para os débeis, mais justiça entre os povos e mais futuro para a nossa casa comum”, disse hoje o papa Francisco a partir da varanda do palácio apostólico, na praça de São Pedro, no Vaticano.

O papa classificou de “passo extraordinário” a façanha da chegada à Lua no dia 20 de Julho de 1969, quando pela primeira vez a humanidade chegou ao único satélite natural da Terra, através dos astronautas norte-americanos Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin.

Em 1969, o então papa Paulo VI seguiu atentamente e celebrou a chegada à Lua juntamente com os seus colaboradores, no observatório astronómico do palácio de veraneio de Castelgandolfo.

Aquando da alunagem, o pontífice enviou uma mensagem aos três astronautas norte-americanos – o terceiro, Michael Collins, ficou no módulo espacial na órbita da Lua – benzendo a sua missão.

“Honra, saudações e bençãos a vós, conquistadores da Lua, pálida luz das nossas noites e dos nossos sonhos”, rezava parte da mensagem do papa Paulo VI.

Na madrugada do dia 21 de Julho de 1969 (noite de 20 de Julho nos Estados Unidos), Neil Armstrong, astronauta da agência espacial norte-americana NASA, pisou a Lua e disse a célebre frase: “É um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade”.

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